Acho pessoas de cabelo alaranjado encantadoras. Há uns anos noticiaram uma possível “extinção da espécie” para antes de 2060. O fato é que ruivos são minoria na população mundial e, consequentemente, no mundo do cinema. Nicole Kidman, Julianne Moore, Kate Winslet e Susan Sarandon são alguns bons exemplos, mas entre os homens só consigo lembrar de um…
:D
Rupert Grint é bom ator. Gostei dele logo de cara nos filmes de Harry Potter. Aí o Martin Scorsese resolveu dizer que o garoto tem potencial para ser o novo Leonardo DiCaprio. Olha, Leo é o melhor da atualidade, na minha opinião, desde que fez em 2010 A Origem e A Ilha do Medo. Mas o ruivinho tem um currículo basicão: sete filmes de HP, duas comédias e um drama, Cherrybomb. E foi nesse último que procurei algo além do Rony Weasley.

Cherrybomb é uma crônica adolescente e é um bom filme. Boa trilha sonora, bons atores, boa fotografia. Mas é muuuuito clichê. Na primeira cena você vê Grint ensanguentado e sendo interrogado sobre um assassinato. Depois, voltamos três dias e segue a história: dois amigos (e rivais), Malachy (Grint) - trabalhador, inteligente, boa família - e Luke (Robert Sheehan) - rebelde com causa, família bagunçada - conhecem a garota-problema Michelle (Kimberley Nixon) e começam a disputar sua atenção. Claro que vai dar merda. Resta saber sobre a tragédia anunciada no início.
Por fim, na minha busca achei um filme maromenos e o ator de sempre, com suas caras e caretas. E isso não é ruim, nem um pouco! Só não é o bastante. Seu Scorsese, espera mais um tiquinho ou dá logo um papel pra ele ;)