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Voltei, Recife: Comidinhas em SP

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Vamos voltar a postar, vamos falar de coisa boa? Bem, como uma das minhas ~~atividades~~ preferidas é viajar, eu fui novamente pra Sampa, como adiantei aqui.

Eu curto São Paulo, mas é uma relação de amor e ódio. Sempre que vou, fico encantada com as mil opções de coisas que tenho pra fazer, e com raiva por não dar tempo de aproveitar tudo. E com saudades, muitas saudades, da minha terrinha. Os paulistas correm demais, estressam demais, “não são calorosos” demais. Dá nervoso, mesmo comparando com a minha capital, que não é um mar de educação e de calmaria.

Em cinco dias, comi coisas gostosas, passei um tempão circulando no metrô (=P) e outro bocado na 25 de março, catando coisinhas.Eu e a companheira de aventuras, Ray, rodamos, caminhamos bastante e rimos muito! Apesar de alguns problemas aleatórios, foi bem divertido :)

A minha ideia era fazer um diário de viagem, mas não deu certo. Outra hora falo do show, agora resolvi mostrar algumas felicidades gastronômicas dessa mini temporada em solo paulista:

mortadelaPão com Mortadela, no Mortadela Brasil (Mercado Municipal). Sou dessas que respeita tradição do local

algodeporcoNunca-sabarei-o-nome, no Karaokê Box e Lamen House Porque Sim (Liberdade). Esse aí é de carne bovina, o meu era de porco. Era bom e não consegui comer tudo :(

aplebeesMadeira Mushroom Steak, no Applebee’s Pinheiros. Voltei a comer carne “valendo” com esse prato!

onionsCrunchy Onions, muita fama merecida

margueritasMargueritas de Kiwi (atrás) e Pêssego. Eu pedi Kiwi e, poxa, preciso achar uma boa assim aqui em Recife

bellaCapuccino, na Bella Paulista, uma padaria gigante e 24 horas. Delícia, melhor que Starbucks

pjPanquecas, ovos, waffles e bolo de cenoura, brunch ricamericano no PJ Clarke’s

starbucksNem lembro, mas acho que era um Mocha. Olhe, achei bem aguado

rocktsRockets com cheddar, no Rockets (Jardins). Um ótimo sanduba pós-balada!

pretzMr. Pretzels: FAZ FALTA EM PERNAMBUCO

Esses registros só aconteceram porque Ray tem paciência e fotografa antes de comer. E não me deixa tocar no prato também. Obrigada pela pauta, haha.

Sampa

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AINDA PODE?

Ano passado eu fui mimbora pra São Paulo. Fui pra assistir Coldplay no Morumbi e turistar um pouco, junto com Poli e Bruno. Viajei de avião pela primeira vez, e nunca tinha ido tão longe. Os cinco dias na cidade foram o suficiente pra amar os bares, o centro, o metrô, o mercado, os bairros nobres, a Faria Lima, a Paulista, a  Augusta, a Liberdade, as ladeiras, os policiais (sim, prestativos e bonitos, hehe), a Sé, a Galeria do Rock, o Ibirapuera…Não vou falar do que odiei, e nem do céu cinzento. Até porque eu vi um lindo céu azul em uma das andanças pelo centro. E nem dá pra resumir o meu encanto pela cidade :D

 

Praça da Sé

Parabéns, São Paulo! Espero voltar em breve 8)

Tudo que você queria saber sobre a minha ida ao swu (ou não)– Parte 1

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Talvez a melhor foto do fim de noite. Com câmera e fotógrafas ruins

DOIS MESES DEPOIS. Pode parecer atraso falar sobre o SWU agora mas, na verdade, não é (mentira, é atraso :-P). Mas falar de uma experiência dessas nunca é tarde. E acho que hoje eu finalmente absorvi tudo o que passei. OK, foi uma viagem bate-volta, rapidinha. Mas bem intensa, cheia de primeiras vezes. Aquele momento que você para e pensa “é, eu já sei me virar sozinha”.

Lembro a primeira vez que ouvi falar no festival. Tava dirigindo pra faculdade, de manhã cedo. O locutor na rádio fala “de um festival que promete ser o novo Woodstock”, “Entre as atrações esperadas estão Linkin Park e Dave Matthews Band”. Não me interessou muito. Um mês depois, começou o buruçu no twitter. E aí, minha gente, o negócio esquentou pra mim.

Sim, além das duas bandas faladas pelo locutor na rádio, tinha mais uma, a única que me interessava, que poderia fazer parte do line-up: Kings of Leon. Primeiro veio a negação: eles não iam fazer show aqui. Tavam acabando uma turnê nos EUA, com álbum novo, faziam promessas de tirar férias, etc, etc. Depois veio a esperança: Fontes no mínimo confiáveis davam como certa a vinda do KoL. Aí o site do festival confirmou: Recortei a notícia, colei no mural e resolvi que ia, de qualquer jeito.

Assim que colocaram os ingressos a venda, garanti o meu, só pro dia 10/10/10. Dia cabalístico. Dia de ver a minha banda favorita. Chamei os amigos, ninguém se mexeu pra ir. Foda-se também, vou só.

Agonia pra comprar passagens. Consegui uma ida tranquila, chegando em Campinas na noite do dia 9. A volta ia ser um inferno, três escalas no dia 11. Ia passar sete horas pulando de avião em avião. Agonia pra resolver hospedagem. Pensei em ir pra Sampa, ficar na casa do tio. Mas não rolava fazer Campinas-São Paulo-Itu-São Paulo-Campinas. Procurando nas interwebs achei um hotel de preço bom, carro pra ir e vir, bem localizado. Fui na doida, sem indicações, só na base do achismo e do atendimento bacana que tive por telefone. E faltava saber como ir de Campinas pra o Festival, na Fazenda Maeda. Aí encontrei o Ônibus do Alexandre, fazendo o roteiro certinho.

E no meio de tanta doidice, eu tava indo sozinha! Sem amigos, sem contatos, so-zi-nha! Aí um dia me meti na conversa de um cara no twitter, e ele era recifense e tava indo na loucura também, pra ver QOTSA e Linkin Park. E depois, o Gui me indicou outra surtadinha, decidida a ir sem eira nem beira, do mesmo jeito. Regina Spektor, que ia tocar no dia do KoL era o motivo da pessoa. E foi assim que, numa noite de sábado, conheci Lula e Ray. Cada um ia viajar do seu jeito, mas no fim das contas a gente tava junto no mesmo festival.

Dia da viagem, tudo lindo. Cheguei no hotel, tudo lindo. Fui super bem recebida, Daniel me levava pra lá e pra cá de carro, super atencioso. Dormi, acordei, pus minha roupa-de-swu e fui pegar o bus pra Maeda. E, gente, como vale destacar que Camps é uma cidade linda.

A chegada quase-all-alone no festival, a busca desesperada pra trocar o ingresso, o meu dia no SWU, a noite do KoL e a volta: conto no próximo post, pra não te cansar ;-).