Eu tinha um ou dois temas reflexivos pra tentar desenvolver, mas deixa pra outros dias. Quero falar de tempo e de amor. Pelos seguintes motivos: 1- Hoje é o aniversário do meu namorado lindo; 2 – Hoje é mesversário de namoro; 3 – Hoje é o dia do amor :P

Antes, eu ficava datando as coisas. Determinando quando cada fase do rolo, relacionamento, etc, podia acontecer. Ou quanto tempo o processo das coisas deve durar. Isso dá uma expectativa danada. E expectativa é uma merda.
Saca a Revista Nova? “Namore depois dos dois meses de rolo”, “dê pra ele apenas na terceira noite”, “~libere geral com X meses de namoro”. Não nessas proporções bregas da dita publicação, mas pra muita coisa a gente tem essa mania de esperar, frear, parar os processos pensando em outras situações, outras pessoas, outros relacionamentos.
– Tá indo muito rápido.
- Mas já casaram?
- Já tá namorando de novo???
Ah, deixa a galera tentar, conseguir ou quebrar a cara. Tamos aí pra isso mesmo.
Na boa, isso nao serve pra nada. Acho que tem mesmo é que deixar rolar. Sentimento não deve ser mensurado por tempo. Acho que o amor nasce , amadurece e se transforma e morre (morre mesmo?) de ene formas diferentes. E acho que eu só descobri isso quando percebi que tava toda errada em ficar contando horas, dias, semanas, pra tomar certas atitudes.
Não aconteceu comigo, só vejo em filme, mas acredito em amor à primeira vista. Por que não, gente? Do mesmo jeito que acredito em sexto sentido. Tá ali, não se explica e muita gente tem.
Me vejo hoje bem diferente da outra Jacqueline, de 6 meses, 1 ano atrás. Parei de ser tão dogmática com relacionamentos. E acho que foi a melhor coisa que fiz nos últimos tempos.
De qualquer forma, você ainda tem as matérias da Nova (uma delas me deu o título desse post) como guias pra vida :P